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Realidade aumentada: entenda o que é e quais são os impactos no varejo

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Nos cinemas, o avanço da tecnologia é comumente tratado de forma alarmista. No entanto, quando investimos em inteligência artificial para um e-commerce, os resultados são muito mais otimistas. Prova disso é o que a realidade aumentada é capaz de proporcionar à experiência do usuário.

De fato, comprar pela internet tem se tornado a preferência de muitos consumidores nos dias de hoje. No entanto, essa prática ainda conta com limitações quando o objetivo é tornar o comprador mais confiante da sua decisão.

Assim, mais do que uma tendência, integrar o mundo real com o virtual pode ser a solução que precisávamos para ultrapassar certas barreiras decorrentes das aquisições online.

Continue a leitura e entenda melhor sobre essa tão necessária inovação!


O que é realidade aumentada?

Realidade aumentada é uma tecnologia que faz objetos virtuais se misturarem com os reais. Um software faz essa integração, criando uma percepção diferente para a pessoa.

Para que o resultado seja satisfatório, é necessário contar com 3 elementos:

  • o objeto real: pode ser o próprio ambiente ou a pessoa;
  • uma câmera: que transmitirá a imagem;
  • um aplicativo: que interpretará a imagem e incluirá nela o objeto virtual.

Para não termos confusão nesse conceito, é importante ressaltar que o termo realidade virtual se diferencia da aumentada no sentido que a primeira transporta a pessoa a um cenário totalmente virtual, com implementações que enganam os sentidos e a audição.

Além disso, o auxílio de óculos é fundamental para deixar a experiência mais completa na realidade virtual. Apetrechos como fones de ouvidos e luvas especiais também podem ser um acréscimo nesse sentido.

Agora já em relação à realidade aumentado, poderíamos ter várias facilidades com a sua aplicação no e-commerce, como:

  • ter certeza de que determinada maquiagem combina com nosso tom de pele;
  • avaliar se um óculos de sol combina com o formato do nosso rosto;
  • ver se um sapato combina com aquela calça que já temos;
  • visualizar como um objeto de decoração ficaria no quarto;
  • analisar se aquele sofá da loja virtual caberá na nossa sala.

Como ela pode impactar o cliente e a empresa?

Conseguiu perceber o tanto que essa tecnologia pode superar limitações? Veja alguns dos impactos a seguir.

Aumenta a taxa de conversão

Menos “bounce rate” e carrinhos abandonados, mais conversões. Essa tecnologia proporciona maior engajamento com a loja virtual. Os usuários passam a ter mais interesse em simular as experimentações dos produtos que desejam. Com isso, o tempo de permanência no site aumenta, o que é visto como positivo pelos bots do Google, influenciando positivamente no ranqueamento da página.

É importante lembrar, ainda, que decisões mais acertadas por parte do cliente diminuem pedidos de trocas e devoluções, sendo um investimento para amenizar os custos com logística reversa.

Melhora a experiência do usuário

O fato de essa tecnologia possibilitar grande interação com a mercadoria antes de adquiri-la é um fator favorável na user experience. A vivência mais realista na experimentação, ao observar cores, tamanhos e combinações pode ser usada como uma estratégia de diferenciação.

Essa personalização no momento das aquisições é um elemento para fazer com que o cliente sinta mais satisfação e prazer durante o processo. E como compras são influenciadas pela emoção, a probabilidade de ela acontecer aumenta.

Quais empresas já fazem uso dela?

Essa inovação ainda é recente e aos poucos têm sido implementada por algumas empresas. No entanto, ainda é preciso realizar testes e melhorias, para que ela ofereça exatamente aquilo que propõe. Podemos citar algumas empresas que já investiram nisso, com o intuito de engajar ainda mais seus clientes.

Ikea

Em 2016, a Ikea lançou um aplicativo para encaixar os móveis em ambientes reais. Assim, o consumidor interessado precisa, por meio do celular ou tablet, apontar para o local da casa ou escritório em que deseja visualizar a mobília. Com um catálogo online, é possível escolher o objeto e movê-lo para onde quiser.

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Lacoste

Lacoste também experimentou incrementar a experiência do consumidor com a realidade aumentada em uma campanha em 2014. Por meio do seu aplicativo era possível utilizar o recurso para experimentar diferentes pares de tênis, tendo uma imagem virtual de como eles ficariam em seu pé. Além disso, também era possível ver elementos interativos 3D dependendo de onde você apontava a câmera do celular.

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Dulux Visualizer

A marca mundial de tintas Dulux (no Brasil comercializada como Coral) também se aproveitou dessa tecnologia para ajudar no processo de decisão do consumidor. Por meio do Dulux Visualizer App é possível simular em tempo real como ficariam as paredes da sua casa com diversas cores do catálogo.

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Sephora

Outra empresa que experimentou as possibilidades da mistura da interface digital com a real foi a Sephora. Por meio da aplicação Sephora Virtual Artist é possível criar um avatar virtual e “experimentar” diferentes tipos de maquiagem, avaliando como elas ficariam no seu rosto e ajudando no processo de escolha de produtos.

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Esses são apenas alguns exemplos de como é possível explorar a realidade aumentada para proporcionar uma experiência diferenciada aos consumidores, criando engajamento e ajudando a aproximar o processo de compra virtual ao que acontece na realidade.

Essas ainda são iniciativas iniciais e ainda existe alguma distância com a aplicação prática desse modelo em larga escala. Mas essa é, sem dúvidas, uma tendência que promete trazer diversas oportunidades ao varejo nos próximos anos.

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